Vontade de me exibir: Passeando pela cidade



Eu e André saímos em um domingo, vamos passear por uma rua com lojas chics na cidade. Eu vou usando uma saia jeans, vem abajur de boceta e um top branco. Sem sutiã e e sem calcinha. A blusinha deixava bem claro o formato dos meus seios e a saia me expunha com qualquer movimento. Eu ficaria muito nervosa de estar vestida assim em público, mas por estar com André, eu me sinto mais confiante e até o provoco, uma hora eu finjo que vou amarrar o cadarço do meu tênis e me inclino para frente sem dobrar os joelhos. Eu sinto o ventinho na minha xoxota e sei que André, que  estava bem atrás, vê tudo. Eu então levanto e me viro e vejo que havia mais três pessoas vindo na minha direção e certamente haviam visto tudo também. Eu fico com o rosto todo vermelho, mas também excitada.

Nós entramos em uma loja super legal das Havaianas. Claro que eu resolvo experimentar algumas, sento em um dos bancos da loja, era um cubo branco. Minha saia levanta inteira e eu vejo a minha boceta no espelho na minha frente. Percebo que mesmo só tendo André na minha frente, outras pessoas poderiam me ver toda exposta se olhassem no ângulo correto e eu realmente me arreganho inteira para tirar o tênis e depois colocar a sandália. Depois repito isso mais três vezes e só fico vendo o volume na calça de André aumentando.

Não compramos nada, mas de lá entramos em uma galeria de lojas mais alternativas. Nós olhamos as roupas e eu encontro um top bandana preta  de um tecido sintético, já André encontra uma minissaia também preta mas feita de tule que só não ficava completamente transparente porque ela era toda plissadinha, mas se esticasse o tecido dava para ver através dele.  Eu vou na cabide do provador, mas me dá uma vontade de me exibir mais e deixo a cortina semiaberta. Primeiro eu fico completamente pelada antes de começar a me vestir e também começo por cima, colocando o top primeiro. Eu me olho no espelho, praticamente nua, só havia uma faixa cobrindo os meus seios, bocetinha e bunda completamente exposta e eu noto o rapaz me observando discretamente. Eu finjo não perceber, coloco a saia e me olho no espelho, vejo o rapaz ainda olhando e com ele vendo eu puxo a saia, esticando ela até o tecido ficar transparente, eu consigo ver claramente a faixinha de pelos acima do meu rachinha. Eu olho para o rapaz via espelho, ele então disfarça e vai embora. Eu então saio do provador e vou encontrar André para mostrar a roupa. Ele pede para eu dar uma voltinha, o que eu faço, mas sinto a saia subir ao fazer isso.

André me dá um vestido para experimentar. Volto para o trocador e de novo deixo a cortina semiaberta, mas dessa vez quem estava assistindo era André, por isso, depois de ficar novamente peladinha eu me viro e olhando para ele, eu toco a minha boceta. Sinto que estou toda melada. Então coloco o vestido e me olho no espelho. Era um vestido azul estampando com mangas, as mangas eram bem longas, iam até além do meu punho, ele também era fechado até o meu pescoço, mas era justo e os meus peitos ficavam pressionados contra o tecido. Ele era bem curto e tinha fendas dos dois lados, de forma que a minha xoxota estava coberta só por uma faixa solta de tecido, o mesmo com a minha bunda. Mas o pior era que o vestido era transparente, havia um padrão que disfarçava um pouco, mas dava para ver os meus mamilos e prestando atenção dava para ver também a minha faixinha de pelos.

Eu saio e mostro para André no meio da loja, meu coração está batendo forte pois eu sei que estou praticamente nua em público. Dou a voltinha, vejo de novo o volume nas calças dele. Volto para o trocador e dessa vez deixo metade da cortina aberta, fico pelada de novo, me viro para a cortina aberta me exibindo uma última vez antes de colocar de volta a minha saia jeans e o top. André compra todas as roupas que eu havia provado, eu então o beijo na boca para agradecer.

Nós paramos em um café. Sentamos em uma mesa do lado de fora. Eu sento e a saia sobe, cruzo as pernas para esconder a minha rachinha, mas os meus pelinhos ficam expostos. Quando o garçom chega, eu percebo que ele olha direto para a minha virilha. Eu sinto um frio na barriga e um calor na boceta por estar me expondo para uma desconhecido assim tão perto. Eu descruzo as pernas e quando o garçom volta com os cafés, ele vê tudo até os lábios raspados da minha xoxota. Depois de terminar o café, André levanta e fica na minha frente, eu descruzo as pernas e me exponho inteira, toda arreganhada para ele.

A gente caminha mais um pouco até chegar em um kiosk de aluguel de bikes. André diz para a gente pegar duas e ir pedalando pela cidade. Por causa do comprimento da saia, eu sento com a boceta direto no selim e ao pedalar era como se a bicicleta estivesse me masturbando!

Chegamos em uma praça no meio de um monte de mansões muradas. Não havia ninguém na rua, somente os carros. Paramos cansamos e sentamos em um banco em baixo da sombra e uma árvore, de costas para a rua. Eu estava completamente melada e louca de tesão e logo depois de descansar um pouco, eu subo no colo de André e a gente começa a se beijar.

Ele pega nos meus peitos, primeiro por cima do top, mas depois ele sobe o top, ali mesmo na rua, e pega direto nos meus seios e até enfia o meu mamilo na boca. Já eu começo a me esfregar na perna dele, me masturbo, passando a boceta exposta direto na calça dele e só com isso eu gozo nas coxas.

Depois de gozar eu sinto que preciso retornar o favor para ele. Eu sento do lado e me inclino no colo de André, tiro o pau dele para fora e o enfio na boca. Pela segunda vez eu chupo o meu vizinho, que não era nem oficialmente meu namorado. Já ele estica o braço e toca na minha boceta. Ele me fode com os dedos enquanto eu o chupo e antes de sentir a porra na boca, eu gozo mais uma vez. No final, sem saber o que fazer com a porra, eu engulo tudo.

 

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