Vontade de me exibir: Namorado
Eu e André resolvemos oficializar que a gente está namorando. Eu conheço os pais deles, ele vem visitar e conhece a minha mãe. Fica mais fácil para a gente se ver, mas mesmo assim não dava para fazer nada nas nossas casas pois eram apartamentos pequenos, fácil de ouvir qualquer coisa e quando eu não estava no cursinho, a minha mãe e os pais dele estavam sempre em casa. Por isso a gente continuava com o sexo virtual de noite quando estava todo mundo dormindo.
Eu havia comprado um tripé baratinho onde eu colocava o celular e começava fazendo o meu show para o meu namorado. Aproveitava para exercer a minha tara exibicionista e colocava todas as roupas de putinha para ele ver. Começo com uma saia e top, ambos rosa e bem justos e uma calcinha branca bem pequena. Eu sento e levanto da cama, cruzo e descruzo as pernas, mostrando a calcinha para a câmera. Depois eu levanto, coloco as mãos por baixo da saia e baixo a calcinha a até o tornozelo, depois me curvo e a tiro. Em seguida eu sento de novo e cruzo as pernas como havia feito antes, mas agora expondo a minha xoxota para ele.
Levanto de novo e tiro a saia, eu então sento na cama só de top, mas agora ao abrir as pernas eu me masturbo para André, vejo no celular que ele estava com a mão no pau. Sinto vontade de estar lá, de pegar no pau dele, senti-lo na minha mão e na minha boca e até, se tivesse coragem, dentro de mim. Eu tiro o top, pego nos meus seios e pergunto:
-- Você gosta dos meus peitos?
-- Sim, adoro eles.
-- Não são muito pequenos?
-- Não, são perfeitos. Tamanho perfeito para pegar.
Eu adoro as respostas dele. Pego então um top branco solto com renda em cima e em baixo, com mangas, mas sem alças. Eu então fico em pé, só de top, completamente pelada em baixo, mas com o dedo de novo na boceta e digo:
-- Você ia gostar de me ver com um top assim? Você ia ficar de pau duro de me ver assim na rua?
-- Sim, eu já estou de pau duro só de ver você assim no celular.
-- Você ia me achar uma putinha?
-- Sim, a mais safada das putinhas.
Isso é o suficiente para me fazer gozar. Eu então sento de volta na cama com as pernas toda arreganhadas para ele terminar de gozar me vendo.
Meu deus, eu precisava dar!!!! Mas não aparecia a oportunidade da gente estar juntos sozinhos até que um amigo dele nos convida para uma festa. Eu resolvo usar o vestido transparente que André havia me dado, mas com calcinha e sutiã por baixo. Só que um conjunto especial branco de microfibra, a calcinha era estilo biquini com o cos baixo, o tecido era tão fino e colado que parecia que ela estava pintada no meu corpo, dava até para ver o relevo dos pelinhos, por isso eu decido raspar tudo. Só que fica pior, os detalhes dos lábios da minha xoxota ficam em relevo na calcinha. Já o sutiã era tomara que caia com bojo, para realçar os meus peitinhos.
Tanto a lingerie quanto o vestido eram bem safados, mas os dois junto eram suficientemente comportados, mas não para passar pela minha mãe, por isso eu coloco um outro vestido por cima. Vou assim no carro da nossa carona e só chegando na festa eu tiro o vestido de cima e fico com o vestido transparente de baixo.
Atraio todos os olhares e gosto disso e percebo que André também gosta de me exibir para fazer inveja para os amigos. Além da excitação de me exibir, me sentir sexy, ver o olhar de desejo dos homens e de inveja das mulheres, eu bebendo de verdade pela primeira vez em muito tempo.
Eu e André ficamos bem bêbados e com isso bem sem-vergonha. Ele fica me pegando o tempo todo na frente de todo mundo e eu gostando disso. Só que o álcool diminui ainda mais as minhas inibições. Vou no banheiro fazer xixi e quando eu subo a calcinha as abas enrolam e ela fica ainda mais baixa, cobrindo somente os lábios da boceta, eu deixo assim e volto.
Passeio pela festa inteira reparando se alguém reparava que a minha calcinha estava quase na minha coxa. Algumas pessoas percebem, mas não André. Eu fico um tempão do lado dele com a calcinha abaixada, o amigo na nossa frente de olho na minha virilha, mas ele não vendo nada. Precisava ver a cara que ele faz quando finalmente vai verificar e vê metade da minha xoxota exposta (a calcinha tinha rolado para baixo e a rachinha estava aparecendo.
Ele me puxa para um canto e fala no meu ouvido: -- Você raspou?
-- Sim, gostou?
-- Adorei, agora quero ver tudo.
André então puxa a minha calcinha para baixo, a tira do meu tornozelo e depois coloca no bolso. A gente então senta em um sofá no canto, não muito visíveis, mas as pessoas passando podiam nos ver. Eu não me importava, estava louca de tesão. André começa a me masturbar ali em público, e eu vou ao delírio, tenho o primeiro gozo com os dedos dele.
A gente é interrompido pois todo mundo é chamado para cantar parabéns. André nem considera devolver a minha calcinha, eu vou assim mesmo, só com o sutiã por baixo do vestido transparente. Mas enquanto as pessoas cantam, eu fico no fundo, atrás de André.
Até eu estava com vergonha de estar tão pelada, mas na hora de distribuir os pedaços de bolo, o aniversariante me dá a primeira fatia e lá estou eu, sendo vista por todo mundo. Tento disfarçar, pego o garfinho e dou a primeira mordida, fingindo que não sabia que a minha boceta estava visível.
Termino de comer o mais rápido possível para poder sair dali. Logo que termino, pego na mão de André e o puxo para um corredor, abro a primeira porta e a gente entra em um quartinho de bagunça cheio de coisas. Em pé mesmo eu abro a braguilha dele e coloco o pau para fora. Estava louca para sentir a pica do meu namorado. Primeiro pego com a mão, mas ai digo:
-- Coloca em mim, coloca dentro de mim.
André sobe o meu vestido até a minha cintura. Mas eu peço para ele tirar tudo. Ele então vem por trás e eu sinto o pau dele entrando. Estava com tanto tesão que eu nem sinto dor quando rompe o cabaço. Sou deflorada sendo comida em pé, ele pegando nos meus peitos, tocando direto na minha pele enquanto eu sinto o pau entrando e saindo até que logo vem a porra dentro de mim.
Eu gozo na primeira vez.
Só que estava toda melada, porra, mel de da boceta e sangue. André então tira a minha calcinha do bolso e usa para me limpar um pouco. Eu então coloco o vestido de novo e vou no banheiro carregando a calcinha esporrada na mão. Tento me limpar como dá na pia, mas a calcinha estava perdida, a jogo no lixo. Mas pelo menos coloco o vestido comportado de novo. Mas no final eu volto para casa sem calcinha e sem cabaço.

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