Júlia, a professora putinha: Passeio no jardim



Eu estou dando aula usando um vestido decotado e curto que deixa mais dos meus peitos à mostra do que eu gostaria. Por baixo  eu estou com um sutiã push-up que me deixa ainda mais peituda, meias 7/8 e cinta-liga, sem calcinha, por isso tenho que tomar cuidado com os meus movimentos, fico particularmente tensa ao terminar de escrever na lousa e sentar na minha cadeira na frente de toda a sala pois apesar de ter uma mesa na minha frente, a mesa era aberta e eu não podia cruzar as pernas ou juntar os joelhos, fico esperando que a sombra de mesa ocultasse a minha boceta dos meus alunos.

Por sorte André, o meu aluno que me chantageia, não havia colocado um vibrador na minha boceta e por isso eu não me distraia na aula, mas em compensação ele havia me mandado ficar com um plug anal o dia inteiro. Dar aula com um objeto violando o meu cu fazia eu me sentir ainda mais dominada e usada e para a minha vergonha, isso fazia a minha xoxota ficar melada.

De tarde André me chama para ir passear no jardim botânico da universidade. Eu paro o que eu estava fazendo para encontra-lo. Apesar do dia agradável, o jardim estava quase vazio pois estava todo mundo nas aulas. Nós caminhamos pelas plantas e eu sinto como se tivesse um namoradinho mais novo, nem mesmo quando ele levanta  o meu vestido e passa a mão da minha bunda, inclusive passa o dedo no meu rego para ter certeza de que eu ainda estava com o plug, eu deixo de me sentir assim.

As coisas começam a mudar quando a gente entra na estufa. Ele me manda subir o vestido e segura-lo acima do meu quadril e ficar assim até ele me mandar parar. André então caminha um pouco para frente, se vira e manda eu começar a me masturbar até estar quase gozando. Eu faço que ele manda, morrendo de ser pega. Qualquer momento alguém poderia entrar, além disso eu ouvia o barulho dos funcionários trabalhando por perto. Minha vergonha fica ainda pior quando eu vejo que André estava me filmando com o celular, juntando mais evidências de que eu sou uma depravada para me chantagear.

Apesar disso tudo, ou talvez pelo meno e a vergonha, eu sinto o orgasmo chegando. Tenho uma imensa vontade de desobedecer e gozar, eu aumento a velocidade, fecho os olhos e sinto que o orgasmo estava prestes a acontecer, quando sinto a minha mão sento movida para longe da minha boceta. Olho e vejo André me parando antes de goza. Ele me dá um tapa no rosto.

-- Eu falei para você não gozar, putinha! Me segue, eu tenho uma surpresa para você.

Nós voltamos a andar e entramos no bosquesinho anexo ao jardim. Assim que a gente anda um pouco ele diz:

-- Tira o vestido.

Eu obedeço e fico só de meia, cinta, sutiã e sapatos.

-- Tira todo o resto, fica peladinha como uma selvagem!

Obedeço de novo e lhe entrego todas as minhas roupas. Ele então as coloca em uma pilha em cima de uma pedra e depois ele pega na minha mão e vai me puxando pela trilha toda peladinha!!!! Eu estou morrendo de medo pois se aparecesse alguém eu não tinha nem como tentar me vestir de volta. Meu coração bate mais rápido cada passo que eu dou para longe das minhas roupas.

Por sorte não aparece ninguém e a gente chega em um bambuzal onde pelo menos a gente estaria mais "protegidos". Mas eu vejo que a intensão de André não era somente nos dar mais privacidade, havia uma mochila lá e André logo a abre e tira algumas cordas. Ele então trata de me amarrar toda arreganhada como uma estrela nos bambus, fico como uma estrela com as pernas e os braços abertos, completamente exposta.

André chega em mim e começa a me bolinar com força. Ele aperta os meus peitos, depois morde eles com força, eu me seguro para não gritar, mas eu vejo que ele deixa marcas de dentes neles. Depois ele aperta os meus mamilos e os puxa, depois faz o mesmo com os lábios da minha boceta.

-- Para quantos homens você já deu?

-- Não sei, não tenho uma conta!!!

Eu recebo tapas nos meus peitos.

-- Fala a verdade puta!

-- 50! Acho que 50.

-- Que rodada, prô! Já teve algum relacionamento!

-- Não, nada sério. Eu só fico com os  carinhas!

-- Que puta safada. Não é?

-- Sim. Eu sou uma puta!

Ele então começa a me masturbar e logo em seguida enfia dois dedos na minha boceta. E começa a me foder com os dedos enquanto continua perguntado:

-- Já havia dado o cu andes de mim?

-- NÃO NUNCA!

-- E pica? Quantas você chupou?

-- Muitas, não sei!

Nesse momento o celular de André toca. Ele fala:

-- Perfeito.. sim... ela está aqui... sim... estou indo.

Ele então pega uma venda da mochila e coloca nos meus olhos. Eu então sinto ele colocando fones sem fio no meu ouvido tocando o audio de um filme pornô. Eu fico sega e surda.

Fico nua e amarrada no campus, no meio do dia por o que parece ser uma eternidade. Eu então sinto uma mão me tocando. Depois eu sinto que é mais de uma mão. Sinto uma moca na minha boca me beijando. Depois uma boca chupando o meu mamilos. Por fim um pau na minha boceta que parece ser diferente do pau de André, não me preenchia tanto, mas eu gozo mesmo assim.

Depois disso eu sou fodida várias outras vezes, não consigo dizer por quantas picas. Além de várias mãos passando pelo meu corpo até que tudo para por um tempo e finalmente André tira o fone e depois a venda. Eu olho e só vejo ele, nem sinal dos outros caras que teriam me comido.

No fim eu tenho que caminha de volta pelada com a boceta escorrendo até chegar de volta nas minhas roupas... Meu mundo cai quando eu não acho as minhas roupas. Estou completamente pelada e descalça no meio da universidade!!!!!

André tira a camiseta e me dá. Eu visto, mas como eu tenho peitos, e bastante peitos, a camiseta masculina forma uma tenta e sobe na frente, eu sinto o vento na minha boceta. Eu tento puxar a camiseta para baixo para ter o mínimo de decência, mas André manda eu soltar a camiseta e ainda por cima ele tira a corda da mochila e amarra os meus punhos atrás das minhas costas.

Sou obrigada a caminha para fora do jardim e depois pelas ruas da universidade com as mãos amarradas nas costas e o plug ainda no cu. Sem chance de me cobrir. Por sorte as pessoas ainda estavam nas aulas, mas alguns carros passam por nós, e até um ciclista, eu percebo que ele me vê, mas ele estava vindo muito rápido e não para. Sinto um imenso alívio quando a gente chega no estacionamento, mas em vez de entrar direto no carro ele solta as minhas mãos e diz:

-- Você está escorrendo porra, tira a camiseta e limpa a boceta antes de entrar no carro.

Morrendo de medo eu fico peladinha em um estacionamento aberto e o mais rápido possível passo a camiseta na minha boceta. Mas ele não me deixa entrar no carro!

-- Vai até o lixo e joga fora a camiseta.

Eu ainda tenho que caminhar até o cesto de lixo, duas fileiras de carro da gente e voltar andando completamente nua antes de entrar no carro. Por fim ele me diz:

-- Um tesão olhar o plug no seu cu enquanto você estava caminhando. Coloca a mão na boceta a bate siririca enquanto eu dirijo.

Começo a me masturbar e a gente sai. Pelo menos a capota do conversível estava fechada. Eu vou me masturbando e mesmo tendo gozado no bosque sendo comida por um número de homens que eu desconheço, eu volto à ficar com tesão. Estava virando uma cadela constantemente no cio.

Chegamos no prédio de André. Como garoto rico, ele tinha um apartamento só para ele que os pais haviam comprado. A gente para na garagem e ele me faz ir nua no elevador. Eu vejo as câmeras e sei que o porteiro está assistindo tudo. Depois no andar dele, André me manda ficar de quatro e caminha pelo corredor como uma cadela até a porta do apartamento.

Dentro do apartamento ele diz:

-- Qual é o seu nome?

-- Júlia.

-- O que você é?

-- Professora universitária.

Ele então me dá um tapa no rosto.

-- Não, você é uma cadela no cio, não é? Fica de cócoras -- Eu obeceço -- Agora late.

-- Au au -- Eu digo, completamente humilhada.

Ele então passa a mão nos meus seios: -- Prô, você tem grandes tetas, é um crime você poder usar roupas.

Por fim ele me coloca de quatro de novo, puxa o plug para fora, cospe no pau e enfia ele no meu cu.

-- Não dá para usar essa boceta de cadela toda melada de porra de outros machos, não é?

Agora eu sabia que ele não havia me comido no jardim. Deixou outros usarem a minha boceta e agora estava usando o meu cu só para ele.

André goza no meu cu e me larga no chão. Eu me sinto completamente humilhada, largada no chão com a boceta e o cu esporrados.

-- Vai tomar um banho, puta.

Vou no grande banheiro dele e me lavo. Tentando tirar a vergonha junto com a porra. O problema é que ao lembrar de tudo o que tinha acontecido, eu sinto tesão. O que estava acontecendo comigo?

Ao sair do banho eu encontro roupas. André havia pego um vestido de puta para eu usar. O vestido era vermelho com cortes dos lados bem na altura do meu quadril. Claro que nenhuma lingerie e depois de me vestir, me olho no espelho e vejo que é óbvio que eu estou sem nada por baixo. Havia também uma sandália de plataforma, eu estava realmente parecendo uma puta.

Volto para a sala vestida, vejo André sentado no sofá jogando video-game, ele só diz:

-- Já chamei um Uber para você. Pode descer.

Eu saio do apartamento do meu aluno como uma puta barata, usada e mandada embora.

Mas o pior era chegar no meu apartamento vestida de puta.

  

 

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