Contos de fodas Branca de neve, parte 2
Branca-de-neve se vê cercada por 7 homens sujos carregando ferramentas. Um deles, o Mestre:
-- Olha o que nós temos aqui na floresta, essa árvore está com uma fruta estranha.
-- Moços, por favor me soltem, eu estou presa aqui faz horas, minhas mãos e minhas pernas estão doendo.
O Mestre chega perto dela e aproveitando que a garota estava completamente indefesa e exposta, ele passa as mãos nos peitinhos dela, sente a firmeza deles e lhe aperta os mamilos até ela gemer. Depois desce a mão até a boceta dela e lhe abre os lábios com os dedos até lhe expor o grelo, que ele dá uma apertadinha. Depois diz:
-- O que você pode nos dar em troca de te soltar?
-- Eu posso dar amor para todos vocês -- Diz Branca-de-neve, pensando em como seria dar para 7 homens.
-- Isso nós podemos pegar agora mesmo.
-- Mas se vocês me soltarem eu vou fazer tudo o que vocês quiserem sem reclamar.
-- Me parece uma boa proposta.
O Mestre solta Branca-de-neve, que com os músculos doloridos cai no chão. Mas ela não pode descansar pois ele logo amarra os punhos dela de novo atrás das costas dela e de maneira cruel passa a corda em torno da cintura dela e depois por entre as nádegas e de volta por entre os lábios da boceta da garota e pelo laço na cintura dela. Ele segura a ponta e puxa a corda até estar bem apertada na boceta dela, esmagando-lhe o grelinho e desse maneira ela é puxada e tem que caminhar nua pela floresta até finalmente chegar na casa deles.
Era uma grande cabana de madeira na área mais densa da floresta ao lado de um riacho. Branca-de-neve é levada até a água e solta, o Mestre manda ela se lavar. Enquanto ela lava a boceta esporrada e as pernas mijadas na água gelada, os homens preparam uma fogueira e colocam um caldeirão para cozinhar a comida. Branca-de-neve sai da água tremendo de frio, mas é pega pelo Mestre que senta no grande banco deles em frente do fogo. Com uma mão ele segura uma caneca de cerveja enquanto a bolina com a outra.
A comida tem uma aparência horrível, mas ela estava morrendo de fome e o cheiro só a deixa mais faminta. O Mestre toma uma grande gole de cerveja e depois a beija, despejando o líquido na boca dela, que nunca tinha bebido.
-- Esfrega a boceta na minha perna garota.
Branca-de-neve começa a se masturbar contra o tecido áspero da calça dele, apesar de ser um pouco doloroso, isso tem o efeito de começar a deixa-la molhada. Ela percebe que a mão áspera dele pegando nos peitos dela também a excita. O fato de estar um pouco molhada a ajuda quando o Mestre enfia o dedo grosso inteiro na boceta pouco usada dela. Chega a comida, um cozido feio. O Mestre pergunta:
-- A cadelinha que a gente achou na floresta está com fome?
-- Sim senhor!
-- Não, não, não, cadelas não falam, elas só latem.
Humilhada, Branca-de-neve late para o Mestre e como prêmio recebe uma cumbuca da comida no chão, que ela tem que comer de quatro com a cara enfiada na comida. Ela ainda estava comendo quando ela sente o Mestre pegando-a por trás e fodendo-lhe a boceta, mas ela estava com tanta fome que não para de comer nem quando é fodida. Depois de ser usada pelo Mestre, Branca-de-neve é passada de um homem para o outro, cada um a usa da maneira que mais lhe agrada.
Zangado lhe fode o cu e Branca-de-neve perde mais uma virgindade.
Soneca deita no chão e pede que que Branca-de-neve se foda na pica dele.
Dengoso, enrola um pouco até que confessa que queria que ela o masturbasse com os peitos.
Atchim enfia o pau fundo na boca dela, fodendo-a sem dar tempo dela respirar, depois de receber a pica na boca, Branca-de-neve demora um pouco para recuperar o fôlego.
Por fim chega Feliz e Branca-de-neve toma um susto com o tamanho da pica dele, não só longa como grossa, como uma tora entre as pernas dele. Ela sente a boceta sendo arregaçada, ainda bem que ela estava bem lubrificada por todo o sexo, por isso depois de um tempo o sexo fica prazeroso e isso é importante pois ele era um boi, com uma estamina que nunca acabava. Ela goza três vezes antes dele colocar tanta porra na boceta dela que até transborda.
No dia seguinte eles a largam na casa e vão trabalhar. Branca-de-neve resolve limpar a casa, de maneira como ela fazia na casa da madrasta. Ela também prepara uma comida muito melhor. Quando voltam do trabalho eles ficam felizes de encontrar a casa limpa e comida, por isso Branca-de-neve pode se juntar à eles na mesa. Mas após comer, todos a fodem como no dia anterior. Apesar do bom coração e da gentileza de Branca-de-neve, os homens eram brutos e cruéis e continuam tratando-a como puta. Eles nem permitem que ela use roupas, Branca-de-neve tem que trabalhar o dia inteiro limpando a casa completamente pelada.
Mas as vezes eles ficavam entediados e eram mais cruéis com Branca-de-neve. Uma noite eles ficam muito bêbados e a amarram de ponta-cabeça pelos tornozelos. Eles puxam as cordas até a garota estar com as pernas completamente abertas, parecendo um T e por fim enfiam uma vela grossa na boceta de Branca-de-neve. Eles riem de terem transformado a putinha deles em uma candelabro. Ela tem que ficar naquela posição dolorosa, sentindo a cera quente escorrendo pela boceta, lhe queimando o grelo enquanto eles comem e bebem. No final da noite ela tem que chupar todas as picas de ponta-cabeça e beber toda a porra deles antes de ser solta.
Depois disso, ela tem que tirar a cera da boceta e com isso acaba arrancando todos os pelos, ficando toda lisinha, o que os homens adoram e passam a depilar sempre a boceta de Branca-de-neve.

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