A namorada perfeita: A irmã de Sophia



No dia do Natal ,Sophia fica toda ocupada ajudando a mãe. Eu fico meio de bobeira no quarto, olhando a internet no celular. Quando eu levanto para ir no banheiro passo pelo quarto de Mara, a irmã de Sophia, vejo que a porta estava entreaberta e por ela eu vejo Mara deitada de bruços na cama, só que a putinha seguia a irmã e também estava sem calcinha, com a bundinha empinada e descoberta pela camiseta que havia subido acima do quadril.

No banheiro eu tenho que esperar um pouco até o meu pau ficar mole de novo para poder mijar. Na volta eu passo de novo pela porta e tento dar mais uma espiada, mas assim que eu passo pela porta, Mara me chama. Eu me viro e vejo que ela havia sentado com as pernas cruzadas na cama. A bocetinha raspada estava completamente exposta, ela sabia disso, eu sabia disso, mas a gente não fala nada, ela só diz:

-- Edu, você pode me levar para pegar as frutas para a festa no mercado?

-- Tudo bem Mara.

Tentando disfarçar que o meu pau estava novamente duro eu vou até o quarto e troco a bermuda por uma calça jeans e depois me encontro com Mara, que havia vestido um shortinhos jeans, ainda com a mesma camiseta. Eu pego o carro e a gente sai. A camiseta da Mara era larga e quando ela levantava os braços dava para ver os peitinhos dela sem sutiã pelo buraco da manga e o shorts era ridiculamente pequeno, parecia quase uma calcinha de jeans. Ela estava com as pernas e a barriga completamente nuas.

Chegamos no mercado, pegamos os pacotes de frutas que já haviam sido encomendados e estavam nos esperando, mas antes da gente voltar, Mara diz que o pastel de lá era ótimo e fala que eu tinha que experimentar. Vamos até o stand de pastel, ela pede dois pastéis e dois caldos de cana e a gente senta para comer em uma das mesinhas com cadeiras de. Ela senta na minha frente, pega o pastel, mas ao dar a primeira mordida, escorre um pouco de óleo, ela então se inclina para frente e abre as pernas, dá então para ver que o shorts tinhas só uma faixinha de decido cobrindo a boceta da minha cunhada e que ela estava sem calcinha!

Eu não falo nada no caminho e no resto do dia eu fico com tesão. Tento pegar a minha namorada, mas ela passa o dia inteiro ocupada com os preparos da festa e logo começam a chegar convidados. Eu sou apresentado para as tias, primos e primas de Sophia. Logo a comida começa a ser servida. Todos nós comemos e bebemos muito e no fim da noite de natal Sophia cai morta de sono no quarto junto com a irmã e eu também vou dormir.

No meio da noite eu acordo com Sophia no quarto, como ela tinha feito duas noite atrás. Ele não fala nada, só tira a minha cueca e começa a me chupar, com o meu pau duro ela monta em mim e começa a me cavalgar. Da outra vez eu podia vê-la se fodendo no meu pau com a luz da lua, mas a noite estava nublada e muito escura.

Eu estico a mão para pegar no peito da minha namorada por cima da camisola, mas não encontro os peitões dela, somente peitinhos pequenos. Eu então me inclino para frente e a olho de perto e vejo que era a irmã de Sophia!

-- Eu precisava te experimentar também -- Ela diz enquanto continua se fodendo no meu colo.

Bem, agora não tinha mais nada para fazer. Eu então deito a putinha na cama e vou por cima, lhe abro as pernas o máximo e enfio a pica inteira na bocetinha arreganhada da minha cunhada. Depois de transar ela volta para o quarto dela, Sophia não acorda e eu não conto nada o que tinha acontecido para ela. 

De manhã eu chego na minha cunhada, dou um tapa na bunda dela e digo no seu ouvido:

-- Sua putinha safada.

-- Por você estar com a minha irmã, eu sei que é isso que você gosta.

Depois do almoço, eu e Sophia pegamos a estrada de volta. Ela vai vestindo uma camisa longa com botões na frente e uma legging, ambas brancas. Assim que a gente sai da cidade, ela tira o cinto, levanta a bunda um pouco e tira a calça, ficando só de camisa, que até cobria ela inteira, por isso a minha namorada vai e abre o botão de baixo, deixando a bocetinha dela visível enquanto eu dirijo.

No caminho a gente para em uma cidade pois Sophia queria comprar uma cachaça artesanal lá. Nós paramos o carro na rua e eu abro a porta do carro para Sophia e claro que ela me mostra a boceta inteira ao abrir as pernas para sair do carro. Só que ao levantar ela não fecha o botão de baixo do "vestido", eu então falo:

-- Sofi, levanta os braços.

Ela faz isso e a camisa sobe o suficiente para mostrar a bocetinha dela inteira. Eu sorrio e ela safadamente morde o lábio inferior. Nós vamos até a cachaçaria, ela caminhando daquela maneira safada, rebolando e a camisa balançando à cada passo. Chegamos na loja e começamos a ver as garrafas que cobriam a prateleira da loja. Era uma parede inteira coberta de garrafas do chão até o teto.

Depois de ver a fileira principal de garrafas, Sophia se vira para mim e, de costas para a mulher do caixa mas de frente para a rua, ela se agacha, o que deixa a boceta dela completamente exposta e arreganhadinha. A safada sorri para mim e depois levanta e estica os braços para pegar uma garrafa no topo, o que levanta a camisa o suficiente para mostrar tanto a boceta quando a bunda dela, e dessa vez a mulher do caixa vê tudo. No final a gente pega duas garrafas do meio da estante mesmo e vamos embora.

Mas antes de sairmos da cidade, Sophia diz para a gente pegar uma estradinha de terra para ver uma cachoeira que tinha ali perto. Nós paramos antes de uma ponte de madeira e  eu começo a masturbar Sophia dentro do carro. Depois eu vou abrindo os botões da camisa até deixa-la peladinha dentro do carro enquanto enfio um dedo na boceta dela e lhe chupo os peitos. Sophia já estava toda melada e eu então mando ela sair do carro só de tênis e com a camisa aberta.

Eu espero do lado do carro e mando ela atravessar a ponte sem fechar a camisa.  Inicialmente ela tenta correr para acabar logo andes de aparecer alguém, mas eu digo:

-- Anda normal ou eu vou mandar você fazer de novo.

Sophia vai até o final da ponte e depois volta e ai que fica interessante pois eu vejo o corpo dela, os peitões balançando e a bocetinha raspada brilhando de tão melada. No final, quando ela chega em mim, eu tiro a camisa dela e a deixo só de tênis, a coloco contra o parapeito da ponte, a seguro pelos cabelos e a fodo por trás. Eu fodo a minha namorada pelada em público enquanto a gente assiste a linda paisagem.

A gente acaba nem indo ver a cachoeira. No final simplesmente entramos no carro e vamos embora, Sophia continua pelada no carro, só coloca de volta a camisa quando a gente chega no pedágio, mas mesmo assim não fecha os botões.

 

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